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gustavo fischer
 
novembro de 1973, novo hamburgo, RS, Brasil.
mestrando unisinos 2000
(publicidade-ufrgs91-94)
o sobrenome do meio é Daudt.
redator publicitário (quando lembra)
icq 2221073
professor de inglês 
colorado (sempre lembra)
 
Lembra basicamente de crescer ouvindo um disco duplo de vinil vermelho dos beatles, vários do simon and garfunkel e um duplo ao vivo de um trio chamado Peter, Paul & Mary. Gostava do desenho do Homem-Aranha e do seriado do Hulk. Pica-pau também era um dos preferidos, além, é claro, da trilogia de Star Wars no cinema. O Rapto do menino dourado de Marcos Rey foi provavelmente um dos primeiros livros que leu. A primeira playboy que viu tinha modelos espanholas em homenagem a Copa de 82, na qual chorou desde o primeiro gol da União Soviética até o último de Paolo Rossi. Fazia shows de rock com seus Legos. Não teve video-game. Brincava de fórmula 1. Achava que todo espaço vazio entre um verso e outro no encarte dos discos  correspondia à parte instrumental ou ao solo da música. Seu primeiro disco foi Deep Purple-Live in London. Toca violão desde os 11 anos, mais precisamente depois de assistir ao Rock in Rio 1 na companhia de sua  avó, que dormia na sala. Aprendeu violão clássico durante uns  5, 6 anos. Esqueceu muita coisa. Mas continua tocando rock e coisas do gênero. Tem mais cd's que livros. Teve uma banda que nunca saiu do estúdio. Não entende baseball nem ópera. Morou nos estados unidos de 77 a 80 e depois em 98. Mora em Porto Alegre desde 85. Tem sérios problemas com domingos. Gosta de dormir depois do almoço. Assite filmes e gosta de jantar na frente da tevê. Gravou vários episódios de The Wonder Years há alguns anos. Chorou pela última vez nas últimas páginas de "micro servos" de Douglas Coupland, que releu recentemente. Tem um autógrafo do jogador Gamarra.